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08/11/17

Grandes ferrovias do Brasil em debate

A atividade acontece, na capital paulista, nesta quinta, com o engenheiro e conselheiro da CNTU, José Manoel Ferreira Gonçalves, também presidente da FerroFrente.

A Associação dos Engenheiros e Arquitetos de Metrô (Aeamesp) realiza, nesta quinta-feira (9/11), às 18h30, a importante palestra “Grandes ferrovias do Brasil”, com o professor e engenheiro José Manoel Ferreira Gonçalves, no auditório da entidade, na capital paulista (Rua do Paraíso, 67, 2º andar). É necessária a confirmação de participação pelo e-mail  O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.. A atividade é gratuita.

Também conselheiro da nossa Confederação Nacional dos Trabalhadores Liberais Universitários Regulamentados (CNTU), Gonçalves tem sido uma grande liderança em defesa das ferrovias nacionais, cobrando incessantemente transparência por parte do governo na discussão das concessões ferroviárias, bem como suas renovações. Em uma das muitas participações suas em eventos que discutem o modal, ele questionou: “Precisamos de regramentos claros, feitos à luz do dia, em que se pese e se equilibre essas forças (empresas, governo e usuários). Como renovar concessões onde os critérios são apenas produção e segurança e não se fala em momento algum em qualidade?”.

Cresce Brasil
O tema, inclusive, tem sido uma constante nas discussões do projeto “Cresce Brasil + Engenharia + Desenvolvimento”, da Federação Nacional dos Engenheiros (FNE), e também foi objeto de audiência da Frente Parlamentar Mista da Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional, em março último. Na ocasião, os participantes salientaram a necessidade de levantar a real situação das ferrovias brasileiras para evitar a perda de patrimônio construído ao longo de 160 anos.

A diretora da FNE, presente à reunião, Clarice Soraggi, também à frente da Federação das Associações dos Engenheiros Ferroviários (Faef), fez um diagnóstico do segmento ferroviário e chamou a atenção para a falta de investimentos, redução da malha operacional dos trilhos e abandono da mão de obra especializada. “Existe um corpo técnico muito forte de engenheiros, profissionais altamente qualificados. Com os desmandos dos governos em relação ao setor ferroviário, houve uma pulverização desse conhecimento. Daqui a pouco, todo esse conhecimento será perdido e leva-se tempo para formar uma nova geração de profissionais”, denunciou.

Soraggi lembrou ainda que desde os anos 90 até hoje foram perdidos aproximadamente 16 mil quilômetros de ferrovias. Atualmente, a malha ferroviária é formada por cerca de 20 mil quilômetros, dos quais apenas 15 mil estão em operação.


Rosângela Ribeiro Gil
Comunicação CNTU


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