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08/08/18

Manifesto das orquídeas: um ensaio sobre a cibermitologia

Ana Rouiller e Guilherme Berbet


O "Manifesto das orquídeos" nasceu no início de 2014, em um momento de grande angústia e de transição na indústria de TIC. Nós, autores deste livro, fomos literalmente lançados no universo das Startups. Este foi um momento em que sentimos medo, entusiasmo, ilusão e desilusão, pois vimos um companheiro de jornada (consultor de sucesso na transformação das empresas já consolidadas) em busca do sonho de criar sua própria Startup. No começo de seus trabalhos neste novo universo ele simplesmente sumiu, desapareceu no fantástico mundo do empreendedorismo. Foram meses tensos, para ele e para nós. Do nosso ponto de vista, tudo estava errado! Ele era um louco, tinha perdido totalmente o senso do mundo real! Do ponto de vista dele, tudo daria certo, ele iria revolucionar o mundo com uma solução mágica.

A primeira versão que escrevemos deste livro refletia toda a frustração que sentíamos. Era um texto seco, duro e ácido, que fizemos para entregar ao nosso amigo “Startuper” e tentar resgatá-lo, fazendo com que ele “caísse em si” e voltasse à segurança de um “mundo real”, onde vivíamos. Bom, não entregamos este livro para ele até hoje.

À medida que o tempo passou, fomos reescrevendo, mudando o texto conforme (também) mudávamos nossa visão do universo das startups. Percebemos que esse movimento possuía elementos bons e que poderiam trazer impactos positivos e, talvez, promoveria o surgimento de um novo modelo de empresa, quem sabe até mesmo de sociedade. Compreendemos com o decorrer do tempo que em um movimento transformador, além de aprendermos com o novo, também é preciso respeitar o passado, entendendo que existe uma base de realizações que se encadearam até chegar ao momento presente.

Antecipando a nossa principal aprendizagem com toda esta experiência, concluímos que as empresas tradicionais precisam da energia, vigor, criatividade das startups, ao mesmo tempo que as startups precisam de aproximação com as empresas tradicionais para aprender com os acertos e erros do passado, inclusive para garantir a sua própria sobrevivência.

Enfim, no primeiro momento éramos totalmente avessos a forma de funcionamento das startups. Hoje percebemos que esse movimento foi inevitável e benéfico! Precisamos aprender com ele e seguir nos transformando e construindo um futuro melhor!

Nosso texto é uma fábula onde misturamos personagens míticos e fatos históricos com os momentos que vivenciamos nesta trajetória. Intencionamos que este pequeno texto o sensibilize para que saia da zona de conforto e junte-se a nós em nosso propósito de existência: gerar prosperidade e abundância.


Ana Rouiller e Guilherme Berbet são autores do livro "Manifesto das orquídeas: um ensaio sobre a cibermitologia". Disponível na Amazon, Kobo, Saraiva e https://payhip.com/b/DZvl

 


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