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18/12/09

Dados sobre dentistas brasileiros estarão em livro

Pesquisa reuniu, pela primeira vez, bancos de dados dos cerca de 220 mil profissionais registrados no Conselho Federal de Odontologia

O Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (MS) e o Observatório de Recursos Humanos em Odontologia (Observarhodonto), da Faculdade de Odontologia da USP (FOUSP), que é vinculado à Organização Panamericana de Saúde (OPAS) divulgaram, em um encontro realizado nas dependências da FOUSP, em 15 de outubro, os dados preliminares da primeira etapa da pesquisa “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista brasileiro”.

A pesquisa procurou saber quantos são os profissionais brasileiros, onde eles estão, qual o grau de formação que possuem, a renda e o tipo de exercício profissional que desenvolvem. Além disso, foi elaborada uma análise das tendências no perfil sócio-demográfico, da formação técnico-científica e do mercado de trabalho. Os dados apurados vão contribuir para o planejamento e a implementação de políticas de formação e inserção profissional no campo da saúde oral nas suas múltiplas áreas de atuação e, principalmente, ajudar na formulação de políticas públicas que promovam condições e estratégias de atender melhor as necessidades da população brasileira.

O objetivo do mapeamento é balizar as políticas públicas e sociais, de forma a distribuir melhor os Cirurgiões-Dentistas pelo país, e melhorar o controle de dados para evitar cadastros duplos.

O Brasil abriga cerca de 20% da população mundial de Cirurgiões-Dentistas. A maior parte dos Cirurgiões-Dentistas brasileiros (55%) tem menos de 40 anos de idade. ¼ deles tem menos de 30 anos de idade. As mulheres são maioria na profissão em 25 dos 27 estados do país. Há 40 anos, elas eram 10% do total dos profissionais. Hoje, esse percentual é de 56%

A renda média desses profissionais cresceu de 2003 a 2007. O maior crescimento se observou na faixa que possui renda entre R$ 48 mil e R$ 60 mil por ano, cerca de R$ 4 mil a R$ 5 mil por mês. Mais de 60% dos Cirurgiões-Dentistas declaram renda superior a R$ 24 mil por ano, cerca de R$ 2 mil por mês. E um dado interessante: a renda é maior nos estados do Norte do país.

Cerca de 140 mil Cirurgiões-Dentistas trabalham como autônomos (2/3). Em 2003, 6.170 profissionais trabalhavam nas Equipes de Saúde Bucal do Programa Saúde da Família do Governo Federal. Em 2008, esse número triplicou: 18.482 profissionais. 1/3 do total de profissionais faz parte do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde com algum vínculo em serviço público (cerca de 70 mil). O aumento do número de registros no CFO, em 2007, em relação aos concluintes dos cursos de Odontologia, mostra um “reaquecimento” da profissão.

A pesquisa revela grandes desigualdades regionais. ¾ dos Cirurgiões-Dentistas brasileiros estão concentrados no Sudeste e no Sul do país. Somente o Estado de São Paulo retém 1/3 do total desses profissionais. A proporção da população por profissional está entre as menores do mundo (1 Cirurgião-Dentista para cada 838 habitantes), mas as disparidades regionais são piores. Há municípios em que essa relação chega a ser de 1 Cirurgião-Dentista para 65 mil habitantes e outros com menos de 1 Cirurgião-Dentista para 171 habitantes.

A primeira etapa do projeto “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista brasileiro” começou em agosto de 2008 e encerra-se em dezembro de 2009. No dia 15 de outubro, houve a divulgação dos dados preliminares para a comunidade odontológica e imprensa, na FOUSP, levando-se em conta que outubro é o mês do Cirurgião-Dentista brasileiro.

Os Cirurgiões-Dentistas, em conjunto com os Médicos e Enfermeiros, constituem o núcleo básico de profissionais de nível superior das Equipes de Saúde da Família. Estudos anteriores traçaram informações sobre Médicos e Enfermeiros. Mas, essa pesquisa reuniu, pela primeira vez, bancos de dados dos cerca de 220 mil Cirurgiões-Dentistas brasileiros registrados no Conselho Federal de Odontologia.

 O grupo de trabalho é composto por Ana Estela Haddad, diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde; Isabela A. Pordeus, representante da Área de Odontologia/CAPES; Gilberto Pucca, coordenador nacional de saúde bucal do Ministério da Saúde (MS) e representante do Departamento de Atenção Básica do MS; João Humberto Antoniazzi, representante da APCD; Luciano M. S. Barreto, gerente de tecnologia e informação do CFO; Luiz R. Craveiro Campos, vice-presidente da ABO; Maria Celeste Morita, coordenadora do estudo; Maria Ercília de Araújo, coordenadora do Observatório da FOUSP; Miguel Nobre, presidente do CFO; Silvio Cecchetto, presidente da APCD; e Orlando Ayrton de Toledo, presidente da ABENO.

Pela primeira vez, todos esses dados levantados estarão compilados em um só lugar: um livro, que será lançado em janeiro de 2010, durante o 28º CIOSP, depois de um convite feito pelo presidente da APCD, Silvio Cecchetto, às entidades promotoras da pesquisa (Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde e o Observatório de Recursos Humanos em Odontologia (Observarhodonto) da Faculdade de Odontologia da USP (FOUSP), que é vinculado à Organização Panamericana de Saúde).O Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde (MS) e o Observatório de Recursos Humanos em Odontologia (Observarhodonto), da Faculdade de Odontologia da USP (FOUSP), que é vinculado à Organização Panamericana de Saúde (OPAS) divulgaram, em um encontro realizado nas dependências da FOUSP, em 15 de outubro, os dados preliminares da primeira etapa da pesquisa “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista brasileiro”.

A pesquisa procurou saber quantos são os profissionais brasileiros, onde eles estão, qual o grau de formação que possuem, a renda e o tipo de exercício profissional que desenvolvem. Além disso, foi elaborada uma análise das tendências no perfil sócio-demográfico, da formação técnico-científica e do mercado de trabalho. Os dados apurados vão contribuir para o planejamento e a implementação de políticas de formação e inserção profissional no campo da saúde oral nas suas múltiplas áreas de atuação e, principalmente, ajudar na formulação de políticas públicas que promovam condições e estratégias de atender melhor as necessidades da população brasileira.

O objetivo do mapeamento é balizar as políticas públicas e sociais, de forma a distribuir melhor os Cirurgiões-Dentistas pelo país, e melhorar o controle de dados para evitar cadastros duplos.

O Brasil abriga cerca de 20% da população mundial de Cirurgiões-Dentistas. A maior parte dos Cirurgiões-Dentistas brasileiros (55%) tem menos de 40 anos de idade. ¼ deles tem menos de 30 anos de idade. As mulheres são maioria na profissão em 25 dos 27 estados do país. Há 40 anos, elas eram 10% do total dos profissionais. Hoje, esse percentual é de 56%

A renda média desses profissionais cresceu de 2003 a 2007. O maior crescimento se observou na faixa que possui renda entre R$ 48 mil e R$ 60 mil por ano, cerca de R$ 4 mil a R$ 5 mil por mês. Mais de 60% dos Cirurgiões-Dentistas declaram renda superior a R$ 24 mil por ano, cerca de R$ 2 mil por mês. E um dado interessante: a renda é maior nos estados do Norte do país.

Cerca de 140 mil Cirurgiões-Dentistas trabalham como autônomos (2/3). Em 2003, 6.170 profissionais trabalhavam nas Equipes de Saúde Bucal do Programa Saúde da Família do Governo Federal. Em 2008, esse número triplicou: 18.482 profissionais. 1/3 do total de profissionais faz parte do Cadastro Nacional de Estabelecimentos de Saúde com algum vínculo em serviço público (cerca de 70 mil). O aumento do número de registros no CFO, em 2007, em relação aos concluintes dos cursos de Odontologia, mostra um “reaquecimento” da profissão.

A pesquisa revela grandes desigualdades regionais. ¾ dos Cirurgiões-Dentistas brasileiros estão concentrados no Sudeste e no Sul do país. Somente o Estado de São Paulo retém 1/3 do total desses profissionais. A proporção da população por profissional está entre as menores do mundo (1 Cirurgião-Dentista para cada 838 habitantes), mas as disparidades regionais são piores. Há municípios em que essa relação chega a ser de 1 Cirurgião-Dentista para 65 mil habitantes e outros com menos de 1 Cirurgião-Dentista para 171 habitantes.

A primeira etapa do projeto “Perfil Atual e Tendências do Cirurgião-Dentista brasileiro” começou em agosto de 2008 e encerra-se em dezembro de 2009. No dia 15 de outubro, houve a divulgação dos dados preliminares para a comunidade odontológica e imprensa, na FOUSP, levando-se em conta que outubro é o mês do Cirurgião-Dentista brasileiro.

Os Cirurgiões-Dentistas, em conjunto com os Médicos e Enfermeiros, constituem o núcleo básico de profissionais de nível superior das Equipes de Saúde da Família. Estudos anteriores traçaram informações sobre Médicos e Enfermeiros. Mas, essa pesquisa reuniu, pela primeira vez, bancos de dados dos cerca de 220 mil Cirurgiões-Dentistas brasileiros registrados no Conselho Federal de Odontologia.

 O grupo de trabalho é composto por Ana Estela Haddad, diretora do Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde; Isabela A. Pordeus, representante da Área de Odontologia/CAPES; Gilberto Pucca, coordenador nacional de saúde bucal do Ministério da Saúde (MS) e representante do Departamento de Atenção Básica do MS; João Humberto Antoniazzi, representante da APCD; Luciano M. S. Barreto, gerente de tecnologia e informação do CFO; Luiz R. Craveiro Campos, vice-presidente da ABO; Maria Celeste Morita, coordenadora do estudo; Maria Ercília de Araújo, coordenadora do Observatório da FOUSP; Miguel Nobre, presidente do CFO; Silvio Cecchetto, presidente da APCD; e Orlando Ayrton de Toledo, presidente da ABENO.

Pela primeira vez, todos esses dados levantados estarão compilados em um só lugar: um livro, que será lançado em janeiro de 2010, durante o 28º CIOSP, depois de um convite feito pelo presidente da APCD, Silvio Cecchetto, às entidades promotoras da pesquisa (Departamento de Gestão da Educação na Saúde do Ministério da Saúde e o Observatório de Recursos Humanos em Odontologia (Observarhodonto) da Faculdade de Odontologia da USP (FOUSP), que é vinculado à Organização Panamericana de Saúde).

 



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