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12/01/17

CNTU na resistência em defesa dos direitos trabalhistas

Confederações de diversas categorias profissionais se unem para impedir a aprovação, pelo Congresso Nacional, de matérias que prejudicam as relações de trabalho no País.

O presidente da CNTU, Murilo Pinheiro, participou, no dia 10 de janeiro último, em São Paulo, de encontro que reuniu confederações de diversas categorias profissionais, com o único objetivo de cerrar fileiras em defesa dos direitos trabalhistas, hoje ameaçados por projetos do Executivo que alteram a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) e a Previdência Social.

Além dos dirigentes, participaram técnicos do Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap) e do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O objetivo foi avaliar a conjuntura e definir ações - na base, Congresso Nacional e junto ao governo - em defesa dos direitos trabalhistas e previdenciários.

Para Miguel Torres, presidente da CNTM, as reuniões reforçam a unidade sindical. “A crise é muito grave e os ataques aos direitos se multiplicam. A unidade do sindicalismo é fundamental para posicionar a classe trabalhadora na discussão das reformas, na resistência às agressões e na articulação das lutas”, comenta. Ele informa que novos encontros, amplos e unitários, devem acontecer nas próximas semanas.

FST
O Fórum Sindical de Trabalhadores é coordenado por Artur Bueno de Camargo, da Confederação Nacional dos Trabalhadores na Alimentação (CNTA Afins). Ele dirigiu o encontro da tarde. Para o dirigente, o movimento sindical deve combinar resistência e negociação. Mas ele indica que, pra isso, será preciso mobilizar as bases. “Nossa força é a base. É com essa força e legitimidade que devemos negociar com a Câmara, o Senado, o governo e também realizar atos e protestos, em todo o País”, destaca.

Para Camargo, um dos caminhos é tratar com os parlamentares em suas bases. “Falar com eles em Brasília já faz parte dos encaminhamentos. Mas o político sente o peso da pressão quando vê ações organizadas nos locais onde vive seu eleitorado”. O dirigente do FST defende que toda a estrutura sindical se mobilize.

Situação grave
Experiente consultor sindical, João Guilherme Vargas Neto alerta para a gravidade da situação. “A recessão já dura três anos, com indicação de depressão. Nossos adversários se aproveitam disso e do desemprego crescente para atacar direitos e tentar isolar o movimento sindical da sociedade. Querem que sejamos como nos Estados Unidos, onde o sindicalismo foi isolado e perdeu força social ou política. Lá, a sindicalização mal chega a 5%”, diz.

Comunicação CNTU
Informações da Agência Sindical

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